Quinta-feira, 21 de Junho de 2007

Batatinhas contra o boicote

Parece que duram os boicotes das universidades inglesas contra as universidades e professores israelitas, e da União dos Jornalistas Ingleses contra os produtos israelitas. Há já algumas décadas que dura o boicote de muitos países árabes a tudo o que tem a ver com Israel.

Mas a realidade tem destas ironias e Israel, mesmo sem nadar em petróleo e sob o embargo do Mundo Árabe, nas últimas décadas cresceu ao ponto de ser um dos países mais desenvolvidos do Mundo enquanto a generalidade das nações árabes, mesmo ensopadas em petróleo e para lá dos palácios sumptuosos dos seus sultões, príncipes e ditadores, dos hotéis de sete estrelas e outros luxos das Arábias, continuam tão atrasados como sempre foram.

Em alguns países da Europa, grupos de cidadãos organizam boicotes aos produtos israelitas nos supermercados, colando uma muito politicamente correcta etiqueta pró-palestiniana em cada laranja israelita que encontram à venda. É uma espécie de queima-da-sapatilha-indonésia-na-praça-pública que aconteceu há uns anos em Lisboa, em protesto pela ocupação indonésia de Timor-Leste. Salvo a comparação (das ocupações).

Ora, em Portugal não existe nenhum boicote a Israel, mas também é verdade que por cá não é muito comum encontrar bens (marcados como) israelitas à venda. Todavia, sempre se encontra alguma coisa. No supermercado já encontrei pelo menos toranjas, meloas, mangas e batata-doce.

E ainda ontem a minha mãe me disse ter encontrado há uns meses umas batatas israelitas que até eram muito boas.

Ora bem meus caros paspalhos ingleses, à batatada se vence o boicote.

publicado por Boaz às 15:26
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