1 comentário:
De Anónimo a 5 de Outubro de 2008 às 21:35
Há algum tempo atrás quando trabalhava para a DGV assisti a um atendimento inflamado como nunca havia visto com um israelita que pretendia trocar a sua carta de condução para a portuguesa mas que não queria deixar ficar a israelita. Foi necessário inclusivamente a intervenção da coordenação da Loja do Cidadão. Agora estou a perceber...Cómico também foi ouvir os comentários das colegas de atendimento que se referiam a ele como o "homem bomba". Para elas um israelita é um árabe qualquer apesar do apelido ser Goldenberg ou qq coisa do estilo...

Comentar artigo