14 comentários:
De Zeev a 5 de Agosto de 2010 às 21:50
Não posso deixar de comentar o teu artigo. Como o anteriormente o fiz, ainda hoje aguardo a razão, porque seres emissário em Portugal, te perturba e te mantém em silêncio. Portugal, País onde nasceste, necessita de ti e do ideal Sionista. Ainda existem elementos á espera, que uma oportunidade lhes seja concedida para integrarem o Povo de Israel. A oportunidade que te foi concedida proporciona a outros também.
Quanto ao teu texto, gostaria de te relembrar, que todas as vertentes do Judaísmo são legalmente aceites pelo Estado de Israel. Não é por mero acaso, que a diáspora americana é maioritáriamente progressista, onde a ideia Sionista é importante e as doações ao Estado de Israel são avultadas. A Agência Judaica e algumas kelitás são suportadas com verbas das comunidades progressistas americanas. Por outro lado, a diáspora americana incentiva a Allyiah e o voluntariado ao Exército de Defesa Israel. Além do mais, o movimento progressista efectua cerca de 200 conversões/ano em Israel, o que iguala o ortodoxo, apesar de as verbas para os reformistas serem menores e particulares. Se não há mais pessoas a integrarem o Povo Judeu, podes questionar o movimento ortodoxo e o tema das conversões.
Em Israel, os progressistas são pessoas com actividade laboral, descontam impostos para o Estado, estão em todas as áreas socias e económicas de Israel, financiam as suas comunidades e actividades. São autónomas em geral. Um bom exemplo de cidadãos produtivos, independentes e sionistas.
Quando te referes “nem para o noivo é assim tão importante ser judeu”, discordo da tua opinião, pois o noivo nunca negará a sua origem judia materna, mas terá orgulho em ser um Judeu e parte do seu Povo. Assim, alguma assimilação na diáspora é um facto, mas em Israel temos outra tentativa de assimilação – a asfixia de cerca de 70% de Israelitas Judeus ás leis de uma certa ortodoxia, com tão maus exemplos sociais, políticos e económicos.

Shabat Shalom

Zeev
De Boaz a 8 de Agosto de 2010 às 00:34
Se quiser discutir estes assuntos, escreva-me um email, para o endereço exclusivo do blog: bodexpiatorio@sapo.pt
De Arnaldo lopes a 19 de Agosto de 2010 às 01:19
desde a antiguidade Deus quis que o seu povo não se mistura-se, relembremos Sansão e Dalila.
De Boaz a 19 de Agosto de 2010 às 13:19
Antes de Sansão e Dalila, houve o episódio de Dina que saiu do acampamento da sua família para conhecer as moças de Shechem e foi abusada pelo rei da cidade.
Ou o que aconteceu quando homens de Israel se deixaram curromper pelas filhas de Midian.
De lopes cardoso a 9 de Agosto de 2010 às 23:32
De facto ate aos dias de hoje, se mantêm por parte dos católicos portugueses e não só , um ódio contra os judeus ou cristãos-novos ", ate a mim que embora esteja quase certo que tenho sangue judaico, não sou judeu, já me chamaram "marrano"!
De facto aqui na América onde resido existe uma grande liberdade religiosa que e de louvar, e o rapazinho não tem culpa nenhuma, de que pela família lhe não tenham sido incutidos os valores judaicos!
Provavelmente a senhora Chelsea , nunca se irar converter, mas o pior que podia passar era daqui a uns anos irem juntar-se ao grupo dos divorciados!

Shalom.
De Boaz a 10 de Agosto de 2010 às 21:58
Desculpe-me sr Cardoso, mas há quanto tempo o sr, que reside na América, não vai a Portugal?
Eu vivi lá até aos 28 anos. Depois de ter vindo viver em Israel, voltei já 4 vezes a Portugal, e nunca senti qualquer ódio anti-judaico em Portugal.
E o essencial do artigo não são referências ao anti-semitismo histórico, mas o desprezo que muitos judeus têm pelo seu próprio Judaísmo. Para muitos é simplesmente um fardo do qual se querem ver livres. As Chelseas são uma eficiente maneira para o conseguirem.
De dalgodres a 12 de Agosto de 2010 às 21:16
Caro Boaz:

Eu vou a Portugal quase todos os anos e realidade também não se nota muito anti-judaismo geralmente, mas existem na blogosfera muitos pseudo-nacionalistas que tudo quanto lhes cheire a judeus e para rejeitar com frases que no mundo civilizado já se não usam, como "marrano".
No entanto pode estar seguro que uma grande parte dos portugueses, e mais a favor dos palestinianos do que dos judeus.
Talvez porque pessoas como o meu amigo, ou eu próprio , mas passamos a mensagem mais correcta.
Mas concordo que de uma maneira geral nos somos um povo muito tolerante.

Shalom

al lopes cardoso
De dalgodres a 13 de Agosto de 2010 às 01:55
Queria dizer não passamos"!
De Arnaldo lopes a 19 de Agosto de 2010 às 01:16
houve um tempo em Israel que um escolhido do senhor casou-se com uma não escolhida, desaprovando o mandado de Deus!!!!
é o caso de Sañsão e Dalila!
De José a 27 de Agosto de 2010 às 22:19
Estarei errado ou estará a fazer critica ao judaísmo reformista (e, por maioria de razão, ao liberal)?
O judaísmo é exclusivamente um fenómeno religioso, na sua opinião?
De Boaz a 5 de Setembro de 2010 às 20:39
Entendeu perfeitamente onde eu queria chegar. Sim, a crítica está lá e nem pretende estar escondida.
O Judaísmo não é apenas um fenómeno religioso, mas se retirarmos o lado religioso do Judaísmo, sobra algo praticamente irrelevante.
De José a 5 de Setembro de 2010 às 23:08
Não, não entendi perfeitamente onde você queria chegar. Acaso tivesse acontecido e não teríamos este diálogo.
Não me parece que tivesse afirmado ou, sequer, insinuado que a crítica estivesse escondida. O que se passa é que também não está clara, utilizando as suas palavras, "perfeitamente" clara.
Obviamente que temos uma visão diversa do Judaísmo. Não acho que o que sobra do judaísmo não religioso seja "algo praticamente irrelevante."
Conhecendo a sua história de vida, pelo que li no blog, julgava que teria uma visão mais abrangente do Judaísmo. Errei.
De Boaz a 11 de Setembro de 2010 às 20:20
"Conhecendo a sua história de vida, pelo que li no blog"...
Nem tudo o que ele faz/pensa, ele publica nestas páginas. Existe um Boaz para lá do que é escrito no blog. O Boaz não é apenas uma personalidade virtual, o autor do blog Clara Mente...

Acredite que eu tenho uma visão abrangente do Judaísmo, mas isso não quer dizer que aceite/ache certo/apoie tudo aquilo que existe no "Judaísmo abrangente".

"Não acho que o que sobra do judaísmo não religioso seja "algo praticamente irrelevante."
Então, deixe-me propôr-lhe um desafio: tente encontrar algo significativo no Judaísmo que seja extritamente laico. Consegue?
De José a 11 de Setembro de 2010 às 23:42
O que é significativo?

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