1 comentário:
De Pedro Kahn a 23 de Novembro de 2010 às 04:47
Boaz, muito bom texto (isso não é novidade), mas o "incentivo" à uma possível política expansionista da TAP não condiz com a realidade devido a situação atual do mercado aéreo. Hoje em dia as linhas aéreas, se unem em grandes grupos de codeshare, não tendo que abrir mais tantas rotas ao redor do mundo, mas utilizando-se de rotas já existentes de outras companhias. No caso da TAP, que pertence a Star Alliance, a demanda brasileira para Israel não justificaria abrir uma nova rota, já que esta estaria fazneod concorrência a outras rotas (Brasil-Europa-Israel) da Star Alliance, por exemplo: Lufthansa e Swiss, além da TAM, que leva muitos passageiros do Rio para Frankfurt, fazendo conexões para Tel Aviv. E o mesmo não acontece apenas com essa rota, mas com todas, por exemplo, por que a TAM não abre uma única rota para Portugal? A TAP, sua aliada, já as faz. E isso é tão real que o codeshare dessas empresas faz, muitas vezes que um voo de uma delas tenha numeraçnao de mais de uma copanhia aérea, por exemplo o voo da TAP 185 (LIS-GIG) também é numerado como voo da TAM 8307. Portanto, a não ser que haja uma demanda astronônica (o que ainda não há) e Lufthansa, Swiss e TAM permitam, não haverá uma rota assim tão cedo. E, por final, os concorrentes da Star Alliance com forte presença no Brasil, como a AirFrance, Iberia, Alitalia e British, e a EL AL já tomam grande parte dos passageiros na rota Brasil-Israel.
COmo toda regra tem uma exceção, tudo o que eu escrevi não se aplica a copanhias aéras com políticas megalomaníacas, como a Emirates, Etihad e Qatar que compram aviões como se fossem chicletes e abrem novas rotas a cada 5 minutos.

Grande abraço,
Pedro

Comentar artigo