8 comentários:
De David garon a 17 de Novembro de 2011 às 00:51
Muito bom boaz! Abraços
De J.Wollvsttaven a 20 de Novembro de 2011 às 22:07
B'H

Belo artigo, caro Boaz.

Boa semana, em paz.
De Marcio a 21 de Novembro de 2011 às 01:44
Boaz, sempre publicando excelentes artigos.
Espero poder um dia encontrá-lo quando schaliach no Brasil.

Um abraço,
De Boaz a 21 de Novembro de 2011 às 15:56
Quer que eu seja shaliach no Brasil? Isso é uma praga, só pode! :o)
De dalgodres a 26 de Novembro de 2011 às 02:27
E que tal vir para Portugal e, encarregar-se a comunidade judaica de Belmonte, já que o Rabi actual só fala espanhol!

Shabat Shalom.
De Boaz a 27 de Novembro de 2011 às 15:16
Com um pouquinho de esforço, o espanhol não é tão difícil de entender.
Se os judeus de Belmonte têm dificuldade em entender o espanhol do rabino, o mesmo rabino também deve ter dificuldade em entender o português dos membros da comunidade. Ou seja, é equilibrado.
Mesmo assim têm mais sorte que a comunidade de Lisboa de há uns 10 anos, que tinha um rabino que não falava português e com um inglês básico.
Quanto à proposta para encarregar-me da comunidade de Belmente: acho que ela está muito bem entregue e não precisa de mim para nada.
De João Moutinho a 7 de Dezembro de 2011 às 14:10
Vivi ano e meio em Israel - e de gratas memórias - mas nunca aprendi a falar israelita era quase sempre em ingl~es.
De Boaz a 11 de Dezembro de 2011 às 20:37
Sem dúvida que o hebraico (não existe uma língua "israelita") tem barreiras adicionais para quem começa a aprendê-lo: o estranho alfabeto, a origem das palavras disitinta das línguas europeias, alguns sons inexistentes no português, etc.
Porém, com alguma dedicação, não é assim tão difícil de aprender.

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