5 comentários:
De O autor do blog a 6 de Março de 2006 às 20:03
Eu, declarar guerra a mais de mil milhões de pessoas? Não me via como tão importante. E, se acha que o objectivo do artigo era declarar alguma guerra, não percebeu nada do mesmo. Sò critico a forma como os muçulmanos reagem a quem os confronta com as suas proprias debilidades. Se isso e uma declaração de guerra... A mim faz-me rir so de pensar que tenho esse poder...
De cadeiradopoder a 5 de Março de 2006 às 11:08
Queria perguntar ao autor do blog como se sente por ter declarado guerra a mais de mil milhões de pessoa em todo o mundo ao publicar esse cartoon... (lol)
Parabéns pelo excelente blog.
De Paula a 27 de Fevereiro de 2006 às 16:51
Acho que o problema nem foi o facto de os cartoons serem ou não ofensivos na sua mensagem... é que para o Islão, é expressamente proibida a repodução da imagem do profeta Maomé... independentemente da mensagem subjacente ser favorável ou não à religião...
De funny a 11 de Fevereiro de 2006 às 19:52
Se as caricaturas fossem levadas tão a sério como esta, então havia muitos políticos à beira de um colapso cardíaco, jogadores de futebol a chorar pelos cantos, e outras tantos milhares de indivíduos com problemas de identidade e a começarem uma guerra.

Para mim, acho q existe falta de capacidade de compreender que um cartoon só foi notícia pq isso era conveniente politicamente, pois só ao final de 4 meses é q se lembraram dele. E dps... ainda há mt falta de tolerância e horizontes mt fechados e controlados.

Acham q alguém vai ficar preocupado no ocidente com os cartoons sobre o holocausto? Só lhes fica mal a eles, pq respondem na moeda q dizem n gostar...

Não quero colocar em causa o direito à indignação é legítimo, m tb é necessário saber demonstrá-la.
De Marco Oliveira a 4 de Fevereiro de 2006 às 16:34
Gabriel,
Creio que muita gente se está a esquecer de uma máxima proclamada por todas as religiões: tratar os outros da mesma maneira que gostariamos que eles nos tratassem a nós.

A liberdade é um valor iportante para nós. Mas os meus pais ensinaram-me que a liberdade deve andar a par da responsabilidade. Eu sou livre de insultar quem muito bem entender. Mas devo fazê-lo só porque tenho essa liberdade? Foi isso que o jornal dinamarquês esqueceu.

As caricaturas são obviamente ofensivas e preconceituosas. O jornal até pediu desculpa. Mas neste momento o episódio está a ser aproveitado por grupos radicais para demonstrações de fanatismo. Também alguns governos de países islâmicos estão a usar isto para desviar as atenções dos seus graves problemas internos.

As caricaturas não justificam estes comportamentos.

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