6 comentários:
De Gabriel a 3 de Janeiro de 2006 às 17:07
Ambiente eleitorial em Israel ou as Presidenciais em Portugal? Em qualquer dos casos, nao tenho sabido de noticias de lado nenhum. Parece mentira.
De Ita a 23 de Dezembro de 2005 às 12:14
Olá Gabriel! Fico contente por seres um Tzadik ... continua ... quem sabe depertarás mais consciências à tua volta?!
E já agora, um 2006 cheio de tudo muito bom.
Beijinhos grandes!
De JesusRocks a 20 de Dezembro de 2005 às 01:30
Como se tem vivido aí o clima eleitoral? Está tudo tranquilo ou há agitação? Um abraço de Portugal e não deixes nunca de ser um tzadik. O mundo precisa de nós. :)
De Gabriel a 19 de Dezembro de 2005 às 17:15
Tzadik pode soar feio, mas é exactamente ao contrário! Significa pessoa louvável, quase santo. No Judaísmo não há santos - nem sequer Moisés ou Abraham o foram, apesar de 'veneráveis' - pelo que tzadik é o máximo a que se pode chegar.
De Tulipa a 19 de Dezembro de 2005 às 12:30
Olá Gabriel.É verdade que Portugal até está a ganhar uma consciência ambiental visível, muito graças às regras da União Europeia. Temos que aceitar que todos os países (e pessoas) têm pontos fracos, o mais importante é continuares a seres quem és e seguires o que acreditas, independentemente de onde estiveres, se isso servir para deixar este planeta - a nossa base de sustento - um bocadinho melhor.Quem sabe se não há outros israelitas que começam a fazer o mesmo??
Tzadik soa assustador, apesar de não saber o que significa... podes sempre chamar-lhe um nome feio português :)Um grande abraço
De Lus a 18 de Dezembro de 2005 às 22:16
Talvez saia um pouco do âmbito do post, mas a verdade é que Portugal até está bastante avançado no que diz respeito à reciclagem. Ainda há alguns meses falava com um amigo meu alemão que vive cá e ele não parava de elogiar o sistema português ("os ecopontos são tantos e estão em todo o lado, não é nada assim na Alemanha, lá temos de andar quilómetros para encontrar um" - dizia ele). De certa maneira surpreendeu-me, acho que ainda não estou completamente livre da mentalidade tipicamente portuguesa de achar que está sempre tudo mal e e que "lá fora" é tudo melhor.

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