De Gabriel a 6 de Maio de 2005 às 15:37
É óbvio que a história não se apaga, nem se pode apagar. Mas ontem, numa notícia do Jerusalem Post li o testemunho de um sobrevivente - e esses valem mais que qualquer discurso de ocasião, artigo em blogs, etc, por mais sentido que seja. Dizia ele: "A minha mensagem é sempre a mesma — o que passou, passou. Agora temos de olhar em frente." PS - Annie, quanto ao ocupar tanto espaço, não peça desculpas. Não há motivos para tal, pois gosto muito de a ter/ler cá. Eu também acho que os Judeus têm e devem ter sempre o direito de viver em qualquer lado, sem medo. Como qualquer pessoa.
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