4 comentários:
De ANA a 26 de Fevereiro de 2007 às 14:57
Gostava de perceber qual é a diferenca entre manter uma "Europa Europeia"... e racismo???
De Lusitano a 11 de Agosto de 2009 às 17:55
É a mesma diferença, sua idiota, entre manter uma cultura e defender uma ideologia.
De Gonçalo a 28 de Setembro de 2010 às 14:17
Não creio que se trate de racismo, mas apesar da constatação dos factos, eu não sou da opinião que haja um cenário assim tão catastrófico como o artigo leva a crer. Apesar de tudo, essa "nova sociedade islâmica" dos países europeus ou se integra nos costumes ou será sempre uma minoria. Mas conhecendo a cultura islâmica, que por exemplo, não admite símbolos religiosos de outras culturas e religiões, eu não gostaria nada de ver por exemplo os Jerónimos deitados abaixo para construir uma mesquita.
De Boaz a 28 de Setembro de 2010 às 19:26
O cenário não é catastrófico em Portugal. Em França, por exemplo, algumas cidades e bairros dos arredores de Paris a polícia não controla a segurança pois são dominados por gangues de jovens muçulmanos. A onda de incêndios de carros há poucos anos foi só uma amostra. No UK há mesquitas onde se apela ao derrube da monarquia e à constituição de um estado islâmico. A habitual tolerância britânica e a absoluta liberdade religiosa fazem com que seja impossível calar esses radicais.
O recente referendo na Suíça contra a construção de minaretes nas mesquitas mostra uma parte do descontentamento. Na Suécia, no UK, na Áustria e na Holanda sobem os partidos da extrema-direita que são manifestamente anti-imigração e em especial anti-muçulmanos.
Talvez o artigo (e o artigo que lhe deu origem e também o livro While Europe Slept) seja demasiado alarmista, mas que ninguém imagine que vai tudo seguir tranquilo.
Portugal, por enquanto ainda parece a salvo da tendência. Mas apesar de a maioria da comunidade islâmica portuguesa ser tolerante (porque é maioritariamente africana e não árabe ou indo-paquistanesa) a comunidade é controlada por elementos associados a movimentos mais radicais. Só não se fala do assunto porque é politicamente incorreto e passível de ser encarado como racismo.

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