De Boaz a 12 de Julho de 2007 às 22:19
Para grandes problemas requerem-se grandes e estranhos planos. Noutras coisas no passado também as pessoas pensavam que seria estúpido acabar com elas. Para quê deixar de ter escravos se os negros ou os índios não têm alma!? Afinal são uma ajuda ao trabalho tal como um burro ou uma carroça... Para quê liberdade religiosa?! Afinal de contas, só Jesus salva, não é? E por aí em diante...
De MCA a 13 de Julho de 2007 às 12:21
Não é a mesma coisa. Os exemplos que dás (posso tratar-te po r tu?) são exemplos que estão relacionados com preconceitos raciais ou religiosos. O que eu critico não é isso. Não é dizer: as pessoas desta ou daquela raça não podem ter mais do que x rendimento. É estabelecer tectos para a riqueza em geral. isso, além de impraticável, é injusto. Não se combate uma injustiça com outra injustiça.
Já agora, não deixa de ser curioso defenderes isso. Não sei se sabes que anda para aí um idiota (Pe dro Arro ja) na blogosfera que é doentiamente anti-semita e que diz que o neo-liberalismo (que ele já defendeu em tempos, também doentiamente, mas agora está contra) diz ele que o neo-liberalismo é uma invenção judaica. E ele, que era um neo-liberal daqueles fanáticos, que estão contra todo o tipo de protecção social, que defendem que tudo se compra e se vende (incluindo os votos, os afectos, o pai e a mãe), que defendia o anarco-capitalismo e o darwinismo social, desde que chegou à conclusão que o neo-liberalismo era uma invenção judaica resolveu ficar contra o neo-liberalismo.
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