2 comentários:
De Lus a 26 de Julho de 2006
Excelente artigo!
Se bem me recordo, durante a crise dos cartoons de Maomé, o Prof. Luciano Amaral foi mais uma vez um dos poucos que remou contra a maré.
É bom saber que ainda existem meia dúzia de intelectuais como ele, o Pacheco Pereira ou o Francisco José Viegas, que não se rendem à onda anti-Israel da moda.
De ffun a 25 de Julho de 2006
Por se achar despropositada a acção militar de Israel, não significa que, como consequência directa, se apoie a causa palestiniana. A existência hostil de Israel acaba por ser resultado de um parto difícil e indesejado por muitos no leito onde nasceu. A partir daí, toda a violência e ódio que brota de parte a parte é algo que se torna óbvio. Por comparação, a um Ser humano, a um Estado não lhe basta nascer, tem que sobreviver e ganhar direito ao seu espaço, justificando-o... e 58 anos de existência para uma nação ainda a coloca na puberdade... e muitos conflitos se adivinham.

Comentar artigo