5 comentários:
De ester a 16 de Agosto de 2009 às 23:33
Como mae de 3 filhas que fizeram aliá,me acalmei quando constatei que as duas primeiras nao cumpriram a vida militar......mas como se para pagar a lingua,a terceira tem como foco o serviço militar!
o que dizer? que estou tranquila?
mas sei que cada qual com seus conceitos e ideologias agem por si so e sabem distinguir as prioridades vivenciais em israel
Tudo na hora certa com a proteçao de D us e alegria dela,acho que compensará minhas noites mal dormidas
e Eretz ganhara mais uma aliada civil...........e vc uma cunhada pra tb cuidar
beijo
De joão moreira a 18 de Agosto de 2009 às 17:20
uma correcção:
o recenseamento militar e as respectivas inspecções eram obrigatórias, no ano em que se completassem 18 anos. A partir daí, era necessário pedir adiamento de incorporação, o que significava, passar à reserva. Esta era a situação para quem quisesse continuar a estudar. Porém só o poderia fazer até aos 24 (25, depois da criação do 12º). No fundo, tinha 6/7 anos para concluir a licenciatura. foi o que aconteceu comigo. Depois da licenciatura, passei à situação de disponibilidade. como sou gémeo e, geralmente, só um é alistado, a fava ficou para o meu irmão (tbem licenciado). Posteriormente, com as limitações financeiras e o fecho de muitas unidades militares é que o processo de recrutamento passou a ser muito restrito.
jm
De J.Wollvsttaven a 18 de Agosto de 2009 às 20:49
Caro amigo, Shalom .

Com grande alegria recebi hoje a entrevista que concedestes à Sheila Sacks no periódico Nosso Jornal Rio. Lembrei de quando conversamos a primeira vez, via web , vc estava super animado com o processo de conversão, revi as fotos do seu casamento e as da pequena Moriah . Hoje, nossas preces tem um agradecimento especial pela alegria de saber que a boa mão de HaShem tem te guardado em todos os teus caminhos.

Grande abraço.
De Boaz a 19 de Agosto de 2009 às 00:35
Já saiu? Pensava que era só para a edição de Rosh Hashaná! Tal como eu aprendi na faculdade de Jornalismo: não se pode confiar nos jornalistas! ;o)
De Guedes a 15 de Outubro de 2010 às 15:01
gostei muito de ler o artigo, ja que sou português e dentro de meses vou para o exercito Israelita.
Podia ter também falado nos que estudam na universidade em cursos pagos pelo exercito e depois é que vão a tropa e dão mais anos de serviço militar.
Mantém o bom trabalho
Shabbat shalom.

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