De Eman a 6 de Julho de 2010 às 22:57
Começa primeiro por dizer que não existe uma comunidade que sustente os produtos casher. Não tens restaurantes, porque não tens ninguém na comunidade apto para tal. É muito bonito sonhar, mas para a realização de sonhos precisas de economia 101.

Agora, em relação aos sítios, Belmonte? Achas que as pessoas de Belmonte querem falar com judeus americanos ou israelitas pós-60 anos? Não entendes muito bem a mentalidade dos cripto-judeus, alguém que conviveu com alguns já devias saber o que te espera.
De Boaz a 8 de Julho de 2010 às 22:32
Até concordo com o primeiro parágrafo. Não entendi o segundo.
Se os judeus de Belmonte não querem falar com judeus americanos ou israelitas, para quê abriram um museu na sinagoga? Para a visita do senhor padre de Belmonte? Porque fazem negócio com os turistas?
A dos 60 anos também não entendi...
Quanto à mentalidade dos cripto-judeus, esse é exatamente o mal dela: ser "cripto" e nunca ter deixado de o ser, mesmo depois de várias décadas depois do retorno deles ao Judaísmo oficial.
É problemático eles acharem que os seus cripto-costumes - alguns dos quais pouco tinham de judeus e eram mais uma mistura de superstição medieval, cristianismo, pintalgada com algum judaísmo - continuam a ser mais importantes que o Judaísmo a sério. Daí que eles nunca consigam conservar um rabino por muito tempo.
Os cripto-judeus com quem convivi são gente que teve de abdicar do seu passado "cripto" para dar o salto para o Judaísmo moderno. Sei que é difícil dar esse salto, mas essas pessoas também entenderam (aquelas que eu conheço) que havia chegado a hora de deixar de ser cripto-judeu e passar a ser Judeu. (Maiúscula intencional).
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