De Zeev a 5 de Agosto de 2010 às 21:50
Não posso deixar de comentar o teu artigo. Como o anteriormente o fiz, ainda hoje aguardo a razão, porque seres emissário em Portugal, te perturba e te mantém em silêncio. Portugal, País onde nasceste, necessita de ti e do ideal Sionista. Ainda existem elementos á espera, que uma oportunidade lhes seja concedida para integrarem o Povo de Israel. A oportunidade que te foi concedida proporciona a outros também.
Quanto ao teu texto, gostaria de te relembrar, que todas as vertentes do Judaísmo são legalmente aceites pelo Estado de Israel. Não é por mero acaso, que a diáspora americana é maioritáriamente progressista, onde a ideia Sionista é importante e as doações ao Estado de Israel são avultadas. A Agência Judaica e algumas kelitás são suportadas com verbas das comunidades progressistas americanas. Por outro lado, a diáspora americana incentiva a Allyiah e o voluntariado ao Exército de Defesa Israel. Além do mais, o movimento progressista efectua cerca de 200 conversões/ano em Israel, o que iguala o ortodoxo, apesar de as verbas para os reformistas serem menores e particulares. Se não há mais pessoas a integrarem o Povo Judeu, podes questionar o movimento ortodoxo e o tema das conversões.
Em Israel, os progressistas são pessoas com actividade laboral, descontam impostos para o Estado, estão em todas as áreas socias e económicas de Israel, financiam as suas comunidades e actividades. São autónomas em geral. Um bom exemplo de cidadãos produtivos, independentes e sionistas.
Quando te referes “nem para o noivo é assim tão importante ser judeu”, discordo da tua opinião, pois o noivo nunca negará a sua origem judia materna, mas terá orgulho em ser um Judeu e parte do seu Povo. Assim, alguma assimilação na diáspora é um facto, mas em Israel temos outra tentativa de assimilação – a asfixia de cerca de 70% de Israelitas Judeus ás leis de uma certa ortodoxia, com tão maus exemplos sociais, políticos e económicos.

Shabat Shalom

Zeev
De Boaz a 8 de Agosto de 2010 às 00:34
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